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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Quando as Penas Caem. O Girar do Destino

  Então pessoal, eu to aqui pra falar que já comecei a escrever o livro e ele se chama:  O Girar do Destino. Se tudo der certo, será o primeiros de muitos que pretendo fazer, que alias, quem souber de alguém que gostaria de publicar o meu livro, comenta aqui ou manda um e-mail pra quandoaspenascaem@gmail.com


E agora um palinha do livro, esse é o primeiro capítulo.


"  Existem dois tipos de Gárgulas, as que são vivas e as que são apenas pedras e não possui nem um pingo de vida. As vivas são guardiã de igrejas ou de locais sagrados, já as mortas, apenas são usadas como enfeites para as calhas. As Gárgulas não podem ser animais de estimação de qualquer um, elas possuem ética de justiça, portanto precisa ter um bom motivo pra ter uma de guarda, normalmente algumas delas são animais de estimação que são posto de guarda, ou seja, eles são selados como guardiões de um local e por isso viram uma Gárgula.
  No topo de uma igreja em uma cidade, quatro Gárgulas vivas protegem o solo sagrado. A primeira, apontada para o noroeste, tem a forma de um hípogrifo, a segunda que está apontada para o sudoeste, tem a forma de um leão alado, a terceira que tem a forma de mantícoria alada (corpo de leão e rabo de cobra), ela aponta para do sudeste, a última, que aponta para o nordeste e tem a forma de um grifo, serve como apoio para um vigilante da noite. Usando um, sobretudo negro com capuz, o vigilante guarda as redondezas que cercam a igreja, esperando um movimento de algo suspeito. Ajoelhado sobre a gárgula, o vigia percebe um carro parar na frente da igreja e quatro homens saírem de dentro, todos se vestiam da mesma forma, ternos e sapatos italianos de bico fino. Eles seguem até o  porta-malas do carro e cada um dos quatro retira um cassetete retrátil e uma pistola semiautomática.
 - Se lembram das ordens não é? – pergunta um dos homens que parecia ser o líder.
 - Sim. Devemos apenas arranjar informação sobre os Asaras. Isso sem mortes morte e sem sermos vistos. – diz que estava de motorista.
 - Isso! Agora, eu quero que dois de vocês vá pelos fundos e se preparem caso alguém fuja. De novo, Sem mortes! – relembra o líder. – Vamos!
 Do topo da igreja, o vigilante aproxima as duas palmas e quando as separas, uma faca militar sai lentamente de sua palma esquerda. Quando sai completamente, ele segura ela com a mão esquerda, leva sua outra mão até a orelha onde fica o comunicador e avisa os companheiros.
 - Quatro deles, dois pela frente e dois ao fundo. Estão, portanto cassetetes e pistola e estão vestindo  ternos. – diz o vigilante.
 - É provável que seja a Infernus. Certo, assim que entrarem, já comece o ataque, inutilize o carro e pegue os do fundo. – diz uma voz que vem do comunicador.
 - Entendido, câmbio, desligo. – diz o vigia.
 Já desligando o comunicador o vigilante repousa sua mão direita na Gárgula e da sua mão, sai uma onda de energia verde que percorre toda a ave de pedra. Assim que os homens entram na igreja, o vigilante se levanta, tira a faca da bainha mantendo firme em sua mão direita, ele chega à cabeça da Gárgula e antes de pular diz:
 - Vamos, Grypho.
 A parede que cercava a Gárgula explode liberando o animal. Ele perde a cor acinzentada e toma vida, abrindo as asas e voando sob o vigia, pegando ele no ar.
 - Não perdoe o carro, Grypho. – diz o Vigilante.
 - Eu já não ia mesmo. – diz o animal na mente dele.
 O que antes era uma Gárgula, agora tinha se transformado em um Grifo de verdade que tinha 1,60 metros de comprimento, 2 metros de envergadura da asa e 70 centímetros de altura.
 Grypho “pousa” com tudo em cima do carro, deixando ele parecido com uma lata de sardinha, o Vigia desce de sua montaria, se segue em direção ao fundo da igreja atrás dos outros dois de terno.
 Dentro da igreja, os dois que entraram pela porta da frente, buscam pelo padre atrás de informações referentes ao clã, assim que se aproximam do altar ouvem um assovio. Eles se viram e no segundo andar da igreja um homem de, sobretudo negro, de pé aguardando eles.
 - Acho que vocês não irão encontrar o padre presente. – diz o homem.
 - Você usa o uniforme deles. O que sabe sobre os Asaras? – pergunta do líder do grupo da Infernus.
 - Depende de quem pergunta.
 - Sou eu quem faz as perguntas. – o líder dá um passo adiante e saca a pistola e a aponta para o homem.
 - Você não está em apto para exigir isso. – diz o homem.
 - Somos quatro, você, apenas um. – diz o companheiro do líder.
 - Errado! Vocês são quatro, nós... – diz o homem apontando para o altar. - ..Somos em vinte!
 De cada sombra daquela igreja, emergiu uma pessoa que usava o mesmo uniforme do vigia de fora e do homem, dezoito pessoas ao todos surgiram das sombras.
 - Quem são vocês? – pergunta o líder assustado derrubando a pistola.
 - Nós? Nós somos os Asaras. – diz uma voz de mulher que vinha da pessoa em cima do altar da igreja.
 - E sinto informar... – diz outra voz que vinha de umas das sombras.
 - ..Mas vocês estão mortos. – o vigilante acabará de entrar pela porta da frente com a cabeça dos dois companheiros que foram pelos fundos. – E nunca poderão relatar que viram quem são os Asaras. "


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                                                                                                A.I.

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