Sentado na cama onde antes era de Lia, eu repasso cenas, momentos e ocasiões onde fui frio ou seco com ela, eu remou a amargura de te-la perdido, eu no fundo a amava. Eu perdi minha irmã, minha igual, alguém de quem eu era gêmeo, eu perdi um elo importante.
- Leo, vai ficar muito aí? Eu e seu pai vamos visitar o túmulo dela. - Era a quarta vez na semana que meus pais ia no cemitério ver onde Lia repousa.
- Mãe, não acha que tá indo muito lá?
Eu nunca tinha apanhado da minha mãe, mas eu acho que eu tinha merecido aquele tapa na minha cara.
- VOCÊ DEVIA SE ENVERGONHAR, SEMPRE FOI FRIO COM ELA! - Ela estava finalmente descontando o rancor que sentia. - EU PERDI MINHA FILHA E VOCÊ AINDA É FRIO!
- Mãe não foi minha culpa.
- NÃO? SE NÃO FOSSE AQUELE SEU "AMIGO", LIA ESTARIA VIVA!
- O que está acontecendo aqui? - Intervem meu pai. - Amor temos que ir, senão vamos nos atrasar.
- Desculpa mãe. - Nesse momento ela bate de novo na minha cara.
- Nunca mais me chame de "mãe", quando eu voltar quero ver você fora daqui! - Terminando a frase ela me das as costas e começa a chorar.
- Leo, eu acho melhor você passar uma semana na casa de um conhecido seu. - Diz meu pai
- Eu não tenho, pai. O único que eu tinha era um trairá desgraçado.
- Então eu pago uma casa pra você. Escolha uma com o básico e me ligue.
- Agora?
- Sim, agora. Vai! - Ele tira 20$ da carteira e poem na minha mão e vai embora.
Eu espero o carro sair da garagem pra poder arrumar minha mochila com algumas peças de roupas, eu saio do meu quarto e revejo o estrago que ficou na minha sala. Raque com algumas prateleiras quebradas, o aquário em cacos no chão com alguns enfeites e uns ouriços mortos também. O balcão onde tomávamos café, simplesmente destruído, junto com uma parte da pia que ficava atrás. A minha katana que não fora embainhada e estava largada próximo ao tapete com sangue e por fim, a faca que não foi recolhida que tinha o sangue da Lia.
Eu visito uma das mobiliarias da cidade procurando uma casa de um valor baixo. Eu acho uma de primeira, ela ficava do outro lado da cidade, ele era barato e o bairro era calmo, dava pra ficar em alerta com o mínimo de esforço, afinal, eu não estava em condições pra nada. Eu parto em direção ao lugar com uma chave na mão e o celular na outra ligando e contando pro meu pai.
- Eu achei uma, ela é barata mas fica do outro lado da cidade.
- Tudo bem, quando as coisas se acalmarem eu ligo dizendo pra voltar. Mas por enquanto eu vou mandar uma quantia de dinheiro pra você poder ter um lugar pra ficar.
- Tá certo, até.
Eu chego na casa em questão, ela não faz jus ao preço, parece que ela vale 200$ a mais do que é pedido, deve ter acontecido algo aqui como por exemplo um suicídio. A frente da casa era pacata, tinha duas árvores na calçada e o portão era de madeira (pega fogo fácil eu pensei comigo), ela era inteiramente azulejada com um piso meio azul e a casa tinha laje. A sala era grande pra caramba, era maior que a sala da outra casa, mas a cozinha que era pequena, sendo um pouco maior do que o meu quarto. Ela tinha dois quartos sendo um com suíte, ele é meu já, mas o que mais chamou a atenção mesmo é que no quintal tinha piscina.
- Ôoo de casa. - uma voz vinha do muro ao lado. - Oi, eu sou a sua vizinha, você vai se mudar pra cá?
- Sim.
- Essa casa é bonita, eu moraria ai se essa aqui não tivesse sido construída antes e meus país terem comprado essa aqui antes. - Ela era falastrona. - Você vai morar sozinho?
- Sim.
- Nossa, você é de poucas palavras hein?!
- Um pouco, com licença.
- Ahh sim, desculpa, boa sorte com a casa. - Em seguida some atrás do muro.
- Leo, vai ficar muito aí? Eu e seu pai vamos visitar o túmulo dela. - Era a quarta vez na semana que meus pais ia no cemitério ver onde Lia repousa.
- Mãe, não acha que tá indo muito lá?
Eu nunca tinha apanhado da minha mãe, mas eu acho que eu tinha merecido aquele tapa na minha cara.
- VOCÊ DEVIA SE ENVERGONHAR, SEMPRE FOI FRIO COM ELA! - Ela estava finalmente descontando o rancor que sentia. - EU PERDI MINHA FILHA E VOCÊ AINDA É FRIO!
- Mãe não foi minha culpa.
- NÃO? SE NÃO FOSSE AQUELE SEU "AMIGO", LIA ESTARIA VIVA!
- O que está acontecendo aqui? - Intervem meu pai. - Amor temos que ir, senão vamos nos atrasar.
- Desculpa mãe. - Nesse momento ela bate de novo na minha cara.
- Nunca mais me chame de "mãe", quando eu voltar quero ver você fora daqui! - Terminando a frase ela me das as costas e começa a chorar.
- Leo, eu acho melhor você passar uma semana na casa de um conhecido seu. - Diz meu pai
- Eu não tenho, pai. O único que eu tinha era um trairá desgraçado.
- Então eu pago uma casa pra você. Escolha uma com o básico e me ligue.
- Agora?
- Sim, agora. Vai! - Ele tira 20$ da carteira e poem na minha mão e vai embora.
Eu espero o carro sair da garagem pra poder arrumar minha mochila com algumas peças de roupas, eu saio do meu quarto e revejo o estrago que ficou na minha sala. Raque com algumas prateleiras quebradas, o aquário em cacos no chão com alguns enfeites e uns ouriços mortos também. O balcão onde tomávamos café, simplesmente destruído, junto com uma parte da pia que ficava atrás. A minha katana que não fora embainhada e estava largada próximo ao tapete com sangue e por fim, a faca que não foi recolhida que tinha o sangue da Lia.
Eu visito uma das mobiliarias da cidade procurando uma casa de um valor baixo. Eu acho uma de primeira, ela ficava do outro lado da cidade, ele era barato e o bairro era calmo, dava pra ficar em alerta com o mínimo de esforço, afinal, eu não estava em condições pra nada. Eu parto em direção ao lugar com uma chave na mão e o celular na outra ligando e contando pro meu pai.
- Eu achei uma, ela é barata mas fica do outro lado da cidade.
- Tudo bem, quando as coisas se acalmarem eu ligo dizendo pra voltar. Mas por enquanto eu vou mandar uma quantia de dinheiro pra você poder ter um lugar pra ficar.
- Tá certo, até.
Eu chego na casa em questão, ela não faz jus ao preço, parece que ela vale 200$ a mais do que é pedido, deve ter acontecido algo aqui como por exemplo um suicídio. A frente da casa era pacata, tinha duas árvores na calçada e o portão era de madeira (pega fogo fácil eu pensei comigo), ela era inteiramente azulejada com um piso meio azul e a casa tinha laje. A sala era grande pra caramba, era maior que a sala da outra casa, mas a cozinha que era pequena, sendo um pouco maior do que o meu quarto. Ela tinha dois quartos sendo um com suíte, ele é meu já, mas o que mais chamou a atenção mesmo é que no quintal tinha piscina.
- Ôoo de casa. - uma voz vinha do muro ao lado. - Oi, eu sou a sua vizinha, você vai se mudar pra cá?
- Sim.
- Essa casa é bonita, eu moraria ai se essa aqui não tivesse sido construída antes e meus país terem comprado essa aqui antes. - Ela era falastrona. - Você vai morar sozinho?
- Sim.
- Nossa, você é de poucas palavras hein?!
- Um pouco, com licença.
- Ahh sim, desculpa, boa sorte com a casa. - Em seguida some atrás do muro.
Por sorte eu já tinha sido inscrito na escola daqui e começava hoje a noite, já era uma distração ao menos, mas o difícil é que eram pessoas novas e isso sempre complicava. Eu solto minha mochila no meu quarto e cai a minha ficha de que não tenho móveis, nem mesmo um colchão pra dormir, tudo o que eu tinha era algumas roupas e meu material que eu usava na escola anterior. Eu ligo o chuveiro na esperança de poder tomar um banho e capotar e meu desejo é atendido com o vapor saindo da água que caia , tomo um banho demorado e aproveito aquele tempo pra organizar a bagunça dos meus pensamentos.
Certo, vamos por partes. Primeiramente sei que o Yan é de uma organização dentre as outras 12, sei também que ele foi ordenado à me matar e isso foi na geração anterior. Em segundo lugar, ele conseguiu de alguma forma entrar na mente da minha irmã, ele não tem esse poder e a única coisa parecida é o Palácio do Silêncio. É isso! O Palácio do Silêncio é a resposta! Ele a usou como um portal pra entrar na mente da Lia, ela é era a minha irmã gêmea então o Chii é praticamente igual, ele só precisava tentar abrir um canal comigo mas mudando pra Lia, isso fez com que o canal ficasse "mal feito" e graças a isso a voz ficou distorcida e ela não pode responder!
Meu celular desperta, é 6:00 da tarde e ele anuncia que preciso ir pra escola, mesmo com muita fome eu me arrumo e saio de casa. Chego na escola, passo na secretaria que informa minha sala em que vou estudar, subo as escadas, entro na sala e desabo na carteira, totalmente sem vontade eu tiro o material da mochila e tento não pensar no Yan ou na Lia.
- Alunos, nesse bimestre eu passei pouca coisa avaliativa e pouco trabalho, então pra esse bimestre vou passar um trabalho pesado pra poder contar como nota e uma prova do cão! - disse a professora rompendo meus pensamentos. - Quero que vocês façam grupos para o trabalho!
- Quantos pessoas no máximo professora? - pergunta um aluno idiota.
- No máximo de 4 pessoas - retruca a professora - Vamos, juntem os grupos, escolham e não demorem, senão eu vou escolher.
Legal, mal chego na escola e tenho trabalho pra fazer..
- Olha, você é aluno novo, não? - Pergunta um cara que senta do meu lado. Eu não sei como aconteceu aquilo mas eu conhecia aquele cara, eu vi atrás dele um semblante de lobo e ouço a voz dele.
- Ele é o primeiro! Você finalmente nos achou Quinto. - Diz o Lobo branco de olhos amarelos.
Nisso, em um milésimo de segundo eu vejo em minha mente o encontro de ambos e sei que ele ainda não sabe o nome do Gaijou dele.
- Porquê você quer fazer esse trabalho comigo? - Por quê não tem ninguém melhor pra fazer o trabalho e mais, você não tem com quem fazer. - Eu vejo que ele é mesmo o primeiro, mesmo eu não merecendo, ele é bacana comigo.
- Tá certo!
- Qual o seu nome?
- Leo.
- Legal, viu e se.. - Sem esperar, eu vejo que ele precisa de um choque e eu, de um amigo
- Eu sei do Lobo...
Gozado que eu precisei perder um amor, um melhor amigo e uma irmã, pra achar o meu irmão de outra vida. Finalmente eu achei o Primeiro e ele se chama.. ..Vincent!
Certo, vamos por partes. Primeiramente sei que o Yan é de uma organização dentre as outras 12, sei também que ele foi ordenado à me matar e isso foi na geração anterior. Em segundo lugar, ele conseguiu de alguma forma entrar na mente da minha irmã, ele não tem esse poder e a única coisa parecida é o Palácio do Silêncio. É isso! O Palácio do Silêncio é a resposta! Ele a usou como um portal pra entrar na mente da Lia, ela é era a minha irmã gêmea então o Chii é praticamente igual, ele só precisava tentar abrir um canal comigo mas mudando pra Lia, isso fez com que o canal ficasse "mal feito" e graças a isso a voz ficou distorcida e ela não pode responder!
Meu celular desperta, é 6:00 da tarde e ele anuncia que preciso ir pra escola, mesmo com muita fome eu me arrumo e saio de casa. Chego na escola, passo na secretaria que informa minha sala em que vou estudar, subo as escadas, entro na sala e desabo na carteira, totalmente sem vontade eu tiro o material da mochila e tento não pensar no Yan ou na Lia.
- Alunos, nesse bimestre eu passei pouca coisa avaliativa e pouco trabalho, então pra esse bimestre vou passar um trabalho pesado pra poder contar como nota e uma prova do cão! - disse a professora rompendo meus pensamentos. - Quero que vocês façam grupos para o trabalho!
- Quantos pessoas no máximo professora? - pergunta um aluno idiota.
- No máximo de 4 pessoas - retruca a professora - Vamos, juntem os grupos, escolham e não demorem, senão eu vou escolher.
Legal, mal chego na escola e tenho trabalho pra fazer..
- Olha, você é aluno novo, não? - Pergunta um cara que senta do meu lado. Eu não sei como aconteceu aquilo mas eu conhecia aquele cara, eu vi atrás dele um semblante de lobo e ouço a voz dele.
- Ele é o primeiro! Você finalmente nos achou Quinto. - Diz o Lobo branco de olhos amarelos.
Nisso, em um milésimo de segundo eu vejo em minha mente o encontro de ambos e sei que ele ainda não sabe o nome do Gaijou dele.
- Porquê você quer fazer esse trabalho comigo? - Por quê não tem ninguém melhor pra fazer o trabalho e mais, você não tem com quem fazer. - Eu vejo que ele é mesmo o primeiro, mesmo eu não merecendo, ele é bacana comigo.
- Tá certo!
- Qual o seu nome?
- Leo.
- Legal, viu e se.. - Sem esperar, eu vejo que ele precisa de um choque e eu, de um amigo
- Eu sei do Lobo...
Gozado que eu precisei perder um amor, um melhor amigo e uma irmã, pra achar o meu irmão de outra vida. Finalmente eu achei o Primeiro e ele se chama.. ..Vincent!
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